Artistas/Espetáculos

Quem vem espalhar a magia pela floresta

Lucia Merlina em equilíbrio invertido enquanto pinta com café sobre uma grande tela rosa
Circo + pintura com café

Cafelína — circo e pintura com café

Uma obra multidisciplinar que funde a linguagem do circo contemporâneo com a pintura com café. Cafelína expressa o universo de uma personagem feminina que pulsa no aroma do café, um aroma que contém o passado, o presente e o futuro, que guarda histórias que o mundo ainda não reconheceu: a mulher do café, a mulher que semeia, colhe e produz, a mulher invisível que é moinho de café, que mói os grãos e que, nesta história, decide derramá-los sobre uma tela em branco.
Lucia Merlina em equilíbrio sobre as mãos, com a perna estendida

Lucia Merlina (ARG)

Artista multidisciplinar especializada em pintura, equilíbrio e movimento. Formada em artes visuais, graduou-se em 2014 pela Universidade de Belas Artes- UNLP Argentina. Há 10 anos utiliza café nas suas obras pictóricas. Expôs e vendeu obras que chamou de «cafelinas», principalmente no Brasil, Portugal e Alemanha. Também se formou como artista de circo contemporâneo, especializando-se em hand-stand no INAC (Instituto Nacional de Artes Circenses). Fez parte da companhia Dúo Ka'ygua junto com Facundo Combina e percorreu importantes festivais europeus com o espetáculo multidisciplinar «Pintórica». É criadora e intérprete de «Cafelina», um espetáculo multidisciplinar dirigido por Diego Leandro Bailén, que funde o circo e a pintura através do café, coproduzido pela Mostra Estufa Erva Daninha e apoiado pela fAUNA- habitat de criaçao do Teatro da Didascália. Cafelina também foi selecionada para o laboratório European Circus Next 2024. Em 2025, Cafelina recebeu o prémio «Mais Imaginarius» no âmbito do festival Imaginarius, em Santa Maria da Feira, Portugal.
Philippe Phénieux em cena, de chapéu azul, a apontar com expressão surpreendida
Formação

Mimo corporal dramático — A teatralidade do movimento

A teatralidade do movimento Trabalho sobre a construção da personagem a partir do caminhar e da forma de andar. Abordagem da dissociação corporal, com o objetivo de desenvolver uma maior consciência do corpo e explorar a criação da ilusão através do movimento. Exercícios técnicos e aplicação prática através do jogo cénico.
Philippe Phénieux suspenso no ar em pose de meditação, rodeado de livros ilustrados e luz roxa
Mimo Corporal

Histórias sem Palavras

O silêncio torna-se linguagem e cada gesto conta uma história. Uma personagem entra em cena, com os bolsos cheios de ilusões e o olhar curioso de um sonhador. Sem dizer uma palavra, atravessa mundos imaginários onde a magia se mistura com o riso, onde a malabarismo desafia as leis da gravidade e onde a mímica revela o invisível. Entre a poesia e a comédia, o espetáculo conduz miúdos e graúdos numa aventura em que o espanto dispensa palavras. Cada movimento, cada objeto ganha vida, transformando o quotidiano em algo maravilhoso. Uma viagem repleta de emoções e gargalhadas, onde redescobrimos o poder do silêncio... e a magia de um olhar partilhado.
Philippe Phénieux em cena, com sombra projetada

Philippe Phénieux (FR)

Philippe Phénieux é um artista de circo e de teatro gestual cujo trabalho, desenvolvido ao longo de 36 anos, se situa no cruzamento entre o mimo, o malabarismo e as artes da magia. Formado nas artes do espetáculo, tem vindo a desenvolver, ao longo dos últimos anos, um universo singular, onde o corpo é o principal instrumento da narrativa. Ator, encenador, formador e diretor artístico da Companhia Zinzoline e do coletivo de artistas L’art en vie, dirige dois festivais: « L’Enfance de l’Art », um festival de espetáculos para o público infantil e juvenil que reúne, todos os anos, mais de 3000 crianças há 23 anos, e o festival de artes circenses « Mimages », que acaba de celebrar o seu 20 aniversário. Através das suas criações, Philippe Phénieux explora a fronteira entre o real e o imaginário, entre a proeza técnica e a poesia do quotidiano. O seu trabalho, preciso e generoso, convida o público a olhar de forma diferente para os objetos, os espaços e os silêncios. Histórias sem palavras é a sua nova criação, apresentada pela Companhia Zinzoline.
Dois acrobatas em equilíbrio: uma mulher de pé sobre as mãos de um homem, em cenário exterior
Circo, teatro físico e do objeto

GAP42 — circo, teatro físico e do objeto

Dois corpos diferentes encontram-se através da acrobacia. 42 cm separam-nos em altura e 42 kg em peso. Uma diferença que, em vez de ser um obstáculo, cria ligações e abre novas possibilidades. A acrobacia extraordinária desperta o fascínio do público, enquanto um humor subtil provoca sorrisos. De forma sensível e inspiradora, os artistas mostram como as relações se transformam e como é possível encontrarem-se ao mesmo nível, olhos nos olhos. Surgem questões filosóficas, momentos absurdos e inesperados, e um vislumbre de magia que surpreende. O espetáculo cruza o circo contemporâneo, o teatro físico, a dança e o teatro de objetos. Uma acrobacia de grande precisão e leveza; tocante, poética e original.
Chris & Iris em equilíbrio acrobático

Chris & Iris (DE)

Chris e Iris conheceram-se e formaram-se na Academy for Circus and Performance Art, em Tilburg, nos Países Baixos. Ao longo do seu percurso artístico, têm-se apresentado em diversos países, colaborando com companhias de reconhecido prestígio internacional, como o Cirque Éloize, do Canadá, e o Cirkus Cirkör, da Suécia. A dupla foi distinguida com diversos prémios, entre os quais se destaca a medalha de prata no Festival Mondial du Cirque de Demain, em Paris. Em 2019, estrearam Common Ground, enquanto cofundadores da companhia. Desde 2021, apresentam GAP of 42, espetáculo que já foi apresentado mais de 200 vezes em mais de 12 países. A sua mais recente criação, V_RST_LL_NG, estreou no outono de 2024.
Retrato a preto e branco de Manuela Pedroso
Formação

Dramaturgia para a infância

Narrativas em Jogo - Teatro e Histórias para a infância. Esta formação propõe um espaço de exploração prática onde a construção de uma história vai além das palavras, transformando-se em movimento, espaço e experiência visual. Dirigida a artistas, profissionais da educação e da mediação cultural, a formação foca-se em como contar histórias de forma simples, direta e envolvente, respeitando a curiosidade e sensibilidade das crianças. Durante a sessão, quem participa explora formas práticas de dar vida às ideias através do corpo, da utilização do espaço e da transformação de materiais simples. O trabalho foca-se na capacidade de criar empatia e ritmo através da acção e da imagem. Com dinâmicas de criação em tempo real e jogos de improviso, partilham-se ferramentas concretas para construir universos narrativos que estimulem a imaginação, capturem a atenção e tornem o teatro um lugar de encontro genuíno para todas as infâncias.
Manuela Pedroso com livros infantis espalhados no chão, a mostrar um livro aberto
Conversa

Arte e Educação em Portugal

Esta conversa propõe uma reflexão prática e participativa sobre a criatividade, explorando como esta pode ser uma ferramenta de atenção, curiosidade e presença no dia a dia. O público é convidado a partilhar as suas vivências e a descobrir, em conjunto, novas formas de pensar e agir. Ao longo da conversa, partilham-se ferramentas do universo artístico através de perguntas diretas, pequeno exercícios de escuta, a criação de histórias a partir de objetos simples e dinâmicas para olhar de outra forma para as tarefas do quotidiano. Estes momentos práticos servem de ponto de partida para explorar como a sensibilidade artística pode apoiar a resolução de problemas, a comunicação e a relação com o meio envolvente. Uma conversa acessível e a aberta a todos, pensada pa desmistificar o ato criativo e convocar à experimentação de como a inovação no dia a dia nasce, acima de tudo, de uma atitude de abertura e de um olhar mais atento.
Manuela Pedroso

Manuela Pedroso

Nasceu em Lisboa, em 1964. É licenciada em Teatro/Formação de Atores e Encenadores pela Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa. Frequentou o Curso de Monitores de Dança para a Comunidade organizado pela Associação Fórum Dança. Participou em seminários, cursos e workshops de Teatro e Dança promovidos pela Fundação Calouste Gulbenkian, Fórum Dança, Centro Em Movimento, entre outros. Desde 1986 trabalha como atriz profissional em diversas companhias teatrais. Participou como intérprete na área da Dança em projetos coreográficos de Margarida Pinto Coelho, Paulo Henrique e Madalena Victorino. A partir de 1991 desenvolve a sua atividade pedagógica na área do Teatro e da Dança Criativa com múltiplas entidades oficiais promotoras do ensino artístico em Portugal. Desde 2004 que trabalha como formadora de formadores na área do Teatro e da Dança Criativa, em diferentes contextos sócio culturais e comunidades.
Artistas de circo em frente a uma caravana colorida com objetos de malabarismo
Conversa

Arte e Educação em África

Depois de 8 meses a aprender e a partilhar momentos e talentos no noroeste de África, voltamos com vontade de abrir uma conversa sobre as várias pontes que estas experiências interculturais nos podem trazer! Como foi recebido o circo em África? Como se refletem a educação e o contexto em que vivem as crianças? O que é a independência? O que é crescer? Que influência têm as culturas e as tradições na educação? Juntas, podemos divagar sobre estes temas e partilhar convosco algumas das nossas reflexões e aventuras. Equilibrando um cântaro de água na cabeça, esperamos partilhar convosco até k’amanheça.
Amy Ingram e Joana Brandão com tacos de malabarismo coloridos

Amy Ingram e Joana Brandão

Conheceram-se no Chapitô, escola profissional de artes e ofícios do espetáculo e seguiram cada uma a sua experiência profissional: Amandine Ingram especializou-se em acrobacia, mastro chinês e conscientização do corpo. Na sua pesquisa interessou-se pelas várias formas e possibilidades de movimento no espaço e paisagem. Joana Brandão seguiu a arte da palhaçaria, estudando com vários mestres de diferentes países e integrando um grupo de palhaços terapêuticos para idosos, os Palhaços Visitadores. Reencontraram-se agora no Circo Vagamundo, um projeto de circo social que nos aproxima de todos. Apaixonadas por esta magia mergulharam na sua última aventura: levar o circo de caravana até a Guiné Bissau e utilizar esta linguagem universal para partilhar alegria e bons momentos sem limitações.
DJ Kali com auscultadores e boné, em frente a uma parede branca com roupa estendida
Música

Música do Mundo

Seleção de músicas do mundo para dançar entre as árvores, do fim da tarde ao anoitecer.
DJ Kali a explorar discos numa loja de vinil

MÚSICA

DJ Kali

Em breve.
Os cinco músicos dos Sambambas em atuação ao vivo
Música

Concerto

Concerto de ritmos brasileiros para fechar o dia em festa, com toda a família.
Foto em breve

MÚSICA

Sambambas (BR)

Em breve.

Saída de Residência Bora Cultura!

Imagem em breve
Circo

Ida e Volta

Ida e Volta é um dueto físico que cruza o mastro chinês, a dança contemporânea e o teatro físico para explorar a relação entre memória, intimidade e espaço doméstico. Uma viagem pelos lugares que habitamos e pelas histórias que carregamos no corpo.
Imagem em breve
Circo

Melanie Monteiro

Melanie apresenta um solo que cruza o circo e a dança contemporânea para explorar a relação entre o corpo, a natureza e a matéria. A partir da interação com pedras, água e madeira, o corpo encontra diferentes formas de escuta, movimento e transformação.
Imagem em breve
Circo

Bernardo Jerónimo

Bernardo apresenta uma performance interdisciplinar que cruza spoken word, rap, dança e acrobacia para explorar questões de identidade, condição humana, comunidade e relação com a natureza.